Elena Mandarim
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Gutemberg Brito |
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| Torso humano tridimensional: atividades lúdicas atraem a curiosidade dos visitantes |
Para compor a exposição, segundo Pelajo, foram selecionados cerca de 100 itens que integram o acervo original de três coleções biológicas, de alto valor histórico, mantidas pelo IOC e pela Fiocruz: a Coleção da Seção de Anatomia Patológica, criada em 1903 pelo próprio sanitarista Oswaldo Cruz; a Coleção de Febre Amarela, que registra a história das epidemias da doença ocorridas no Brasil entre 1928 e 1970; e a Coleção do Departamento de Patologia do IOC, iniciada em 1984, que reúne diversos materiais experimentais, como lâminas histológicas e peças anatômicas. "Durante o regime militar, parte desse acervo foi perdido ou destruído. Em meados da década de 1980, se iniciou um trabalho de recuperação e preservação desse material, o qual foi intensificado a partir de 2007 quando foi traçado um plano diretor para esse fim."
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Gutemberg Brito |
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| Visualização de peças anatômicas ajuda os visitantes a entenderem melhor o conteúdo apresentado na exposição |
De acordo com o curador, a exposição foi pensada a partir de três objetivos. O primeiro busca promover uma maior interação com o público, por meio de atividades lúdicas, como a observação de células ao microscópio e uma miniatura de sistema circulatório, que descreve com cores diferentes a pequena e a grande circulação sanguínea. "A atividade mais apreciada, principalmente pelas crianças e adolescentes, é o torso humano, no qual se encaixam peças tridimensionais que mimetizam os órgãos internos. O legal é que acabam aprendendo um pouco mais sobre essas partes do corpo humano, já que a brincadeira é associada ao conteúdo teórico apresentado ao longo da mostra por cartazes, peças anatômicas ou pelo mediador", descreve Pelajo.
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Gutemberg Brito |
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Exemplares de vacinas antigas, reunidos desde o início do |
Realizada pelo IOC e pelo Museu da Vida, ambos da Fiocruz, a iniciativa conta com financiamento da FAPERJ e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O Instituto Biológico (São Paulo), o hospital A.C.Camargo Cancer Center (São Paulo) e os museus de Anatomia e D. João VI, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), colaboraram com o fornecimento de algumas peças. A exposição, que foi prorrogada e pode ser visitada até o dia 28 de dezembro de 2013, tem entrada gratuita e acontece de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30 (com agendamento prévio para grupos, pelo telefone [21] 2590-6747), e aos sábados, das 10h às 16h (visitação livre, sem necessidade de agendamento), na Sala 307 do Castelo da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro (Av. Brasil, 4.365).
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